sexta-feira, 22 de junho de 2018

TRATAMENTO DE VITAMINA D E ARTRITE REUMATÓIDE

A artrite reumatóide (AR) é uma doença autoimune que resulta em inflamação crónica predominantemente das articulações flexíveis. A AR afeta até 1% da população adulta em todo o mundo. A degeneração óssea, ou osteoporose, é uma característica da doença.

Um estudo publicado na revista Rheumatology percebeu que os níveis de vitamina D estão significativamente associados com a atividade da doença, os níveis de citocinas inflamatórias e perda óssea em pacientes com artrite reumatóide.


Vários estudos mostraram que, em comparação com controlos saudáveis, os pacientes com AR têm níveis mais baixos de vitamina D. Alguns estudos por observar a relação entre os níveis de vitamina D e a atividade da doença AR encontraram uma associação entre os dois.

A pesquisa determinou que a vitamina D trabalha com o sistema imunológico por regular as células imunes que produzem proteínas inflamatórias ou anti-inflamatórias chamadas citocinas. A interleucina-17 (IL-17) e a interleucina-23 (IL-23) são duas citocinas pró-inflamatórias que estão implicadas na resposta inflamatória em doenças autoimunes. Estudos demonstraram que níveis aumentados dessas citocinas estão associados ao aumento da atividade da doença com AR, mas não há evidências que demonstrem que apenas a carência de vitamina D está a causar a produção dessas citocinas em pacientes com AR, percebe-se que é uma patologia multifatorial.

Recentemente, o Dr. Qiong Hong e colegas conduziram um estudo para comparar os níveis de vitamina D com os níveis de citocinas, a gravidade da doença e o grau de perda óssea em pacientes com AR. Eles visaram determinar se os níveis de vitamina D estavam associados a qualquer um desses fatores relacionados à AR.

O estudo incluiu 130 pacientes, com AR recrutados num hospital na China, que foram comparados com 80 indivíduos saudáveis escolhidos aleatoriamente da comunidade local. Todos os pacientes com AR foram classificados em três grupos de acordo com o Score de Atividade da Doença em 28 articulações (DAS28): baixo (DAS28 <3,2), moderado (DAS28 <3,2-5,1) e grave (DAS28> 5,1). O DAS28 é uma medida quantitativa da atividade da doença usada para monitorar o tratamento da artrite reumatóide. Além do DAS28, outras medidas quantitativas usadas para avaliar a atividade da doença foram tomadas. Estes incluíram o tempo de rigidez matinal, contagem de articulação dolorosa (TJC), contagem de articulações com edema (SJC) e pontuação do Health Assessment Questionnaire (HAQ). Um aumento nessas medidas indica aumento da gravidade da doença. Foram avaliados os níveis de vitamina D, IL-17 e IL-23, densidade mineral óssea (DMO) e degeneração óssea também foram realizadas.

A equipa de pesquisa queria ver como a presença de vitamina D estava relacionada à IL-17 e IL-23, gravidade da doença e perda óssea em pacientes com AR. As análises estatísticas mostraram os seguintes resultados:

• Os pacientes com AR apresentaram níveis significativamente mais reduzidos de vitamina D em comparação com os controles.
• Os níveis de vitamina D foram significativamente associados negativamente com DAS28 (atividade da doença), tempo de rigidez matinal, TJC (contagem de articulação dolorosa), SJC (contagem de articulação com edema) e score do Health Assessment Questionnaire.
• Os níveis de vitamina D foram significativamente associados negativamente com os níveis de IL-17 e IL-23.
• Nos pacientes com AR, os indivíduos com osteoporose e osteopenia apresentaram níveis significativamente mais baixos de vitamina D do que os pacientes com DMO normal.


A suplementação com altas doses de vitamina D3, para o efeito do tratamento para doenças autoimunes e outras, tem mostrado efeitos benéficos significativos ao redor de todo o mundo. Este tratamento deve ser aplicado com o acompanhamento de um médico especialista nesta terapia especializada. Além disso, nesta terapia é exigida uma alimentação específica que visa nutrir o organismo da melhor forma e não contrariar o tratamento, causando efeitos negativos.

Drª Inês Pereira
Nutricionista
ines.pereira@clinicadopoder.pt

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Referências técnicas e científicas:

  • Hong, Q. et al. Associations between serum 25-hydroxyvitamin D and disease activity, inflammatory cytokines and bone loss in patients with rheumatoid arthritis. Rheumatology, 2014.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

TIRÓIDE, A HORMONA CHAVE

A tiróide é uma hormona chave. As hormonas tiroideias estimulam a secreção de muitas outras hormonas: hormona de crescimento, hormonas adrenais (cortisol, DHEA...) e hormonas sexuais (incluindo estrogénio, progesterona, testosterona). Tratar deficiência de hormona da tiróide melhora os níveis de outras hormonas. As hormonas da tiróide também aumentam: o fluxo sanguíneo, a produção de energia, a velocidade do pensamento, o metabolismo, o sistema imunológico (contra várias infeções e cancro), o “bom” colesterol HDL (e reduz o “mau” colesterol: LDL).


Deve ter em atenção, que uma deficiência de hormona da tiróide é muito mais comum do que poderá pensar. De acordo com estudos científicos que ligam os níveis hormonais da tiróide a riscos de doença, mais de 50% dos pacientes poderiam ter pelo menos um grau moderado de insuficiência da tiróide. Apesar da suspeita de uma alta frequência de estados intermediários, muitos pacientes não são tratados.

Porquê? Porque existe uma interpretação parcial dos testes. Não é suficiente estar dentro dos valores de referência para se ser saudável e ter bons níveis de tiróide. De facto, os valores de referência são valores estatísticos, não são valores indicadores de saúde. A saúde ou os valores ideais para cada pessoa estão numa pequena porção do intervalo de referência (o intervalo entre os limites superior e inferior dado pelo laboratório, onde muito poucas pessoas estão).

Sabia que:
  • Os sinais físicos do hipotiroidismo são: aparência física edemaciada, com o rosto inchado e papos nos olhos, excesso de peso, cabelos secos, ásperos, quebradiços e grossos, mas inchados por mixedema, uma tendência para perda de cabelo difusa.
  • As hormonas da tiróide são ótimos antidepressivos! Proporcionam felicidade e alegria pela manhã.
  • Ao comer proteína à noite, você agrava a insuficiência da tiróide (porque a conversão da pró-hormona T4 na hormona tiroideia mais ativa, T3, é retardada a noite toda).
  • As hormonas tiroideias aceleram a eliminação de resíduos nas células e entre elas.
  • O hipertireoidismo é caracterizado por: nervosismo, sensação de calor, suor excessivo, perda de peso. 

 Descubra abaixo como detetar os sinais de hipotiroidismo e como aumentar a sua função tiroideia naturalmente. Mantenha-se saudável!

Quais são os sinais de hipotiroidismo?

Existem duas formas distintas de diagnosticar o hipotiroidismo:
  • Ter níveis de tiróide fora do intervalo de referência (tenha em mente que é um valor estatístico e não um valor indicador de saúde).
  • Ter um nível elevado de TSH (hormona estimulante da tiróide). TSH é segregada pela glândula pituitária para estimular a glândula tiróide. Quando os níveis de tiróide estão baixos, o seu TSH aumenta. Portanto, um alto nível de TSH é um sinal de hipotireoidismo.

Pacientes com baixa função tiroideia experimentam principalmente os sintomas pela manhã, quando acordam ou quando estão em repouso. O que sentem? Estão cansados quando acordam, sentem-se rígidos e ficam deprimidos pela manhã. Os efeitos espalham-se pelo corpo. Quando o paciente começa o dia e está ativo, as queixas tendem a desaparecer. Porquê? Porque quando os pacientes que sofrem de hipotiroidismo estão em repouso, o sangue flui mais lentamente. Durante este período, os tecidos não serão adequadamente abastecidos com oxigénio e nutrientes.

Quais são as queixas mais comuns de pacientes com hipotiroidismo?



Sinais físicos:
  • Cabelo seco e frágil
  • Cabelo grosso e áspero
  • Papos nos olhos
  • Cara inchada
  •  Lábios grossos
  •  Sobrancelhas (perda do terço externo da sobrancelha)
  •  Unhas quebradiças
  •  Mãos e pés frios
  •   Mãos acrocianótica
  •  Pé chato (hipotiroidismo infantil)
  •   Fissuras nos tornozelos e calcanhares
  •   Calcanhares amarelados
Como tratar a deficiência tiroideia? Quais são os testes que deve fazer?
  • No sangue: Além de medir os níveis de hormonas da tiróide T3 livre(triiodotironina) e T4 livre(tiroxina) e TSH (hormona estimulante da tiróide), recomenda-se que pergunte, durante a avaliação inicial, a dosagem de anticorpos anti-tiroideias como as peroxidases antitiroideias e anti-tiroglobulina que podem ser usados para discernir se um processo auto-imune está envolvido ou provoca a disfunção da tiróide.
  • Na urina 24 H: A determinação das hormonas tiroideias na urina de 24 horas fornece uma avaliação dos níveis médios de T3 e T4 por 24 horas seguidas, o que é melhor, mais próximo da realidade. Na verdade, como são feitos numa base ad hoc, os testes de tiróide no sangue não podem ser representativos da taxa média de hormonas tiroideias produzidas e usadas por 24 horas.
Quais são as causas de uma baixa função da tiróide?

As fontes podem ser múltiplas. Por exemplo, pode ser simplesmente devido ao envelhecimento. A má conversão de T4 para T3 é bastante comum em pacientes com idade entre 35 e 40 anos. Outra causa pode ser um fígado preguiçoso (é principalmente no fígado que ocorre a conversão de T4 em T3). A atividade física também pode reduzir a conversão de T4 para T3.

Como aumentar naturalmente os níveis da hormona da tiróide?

Dormir! Quando você não dorme o suficiente, a produção da hormona tiroideia diminui em 20% a 40%. Isso explica o nervosismo e a fadiga matinal.

Coma muitas frutas e legumes! A frutose acelera a conversão de T4 para T3. Tenha cuidado, evite vegetais muito fibrosos, especialmente repolho que possa conter produtos antitiroideios, tiocianato ou isotiocianato.

Não coma muita proteína. Excesso de proteína (300 g ou mais de carne por dia) retarda a conversão de T4 em T3, colocando o consumidor de carne em excesso com hipotiroidismo.

Além dos problemas óbvios da tiróide, como hipotiroidismo ou hipertiroidismo, ainda há muitos casos de hipotiroidismo leve com níveis relativamente altos de TSH (cerca de 5).

Os sintomas são variados: intolerância ao frio, tendência a ganhar peso, fadiga crónica (especialmente em repouso), certa lentidão, falta de memória, obstipação, face inchada, pele seca, tendência à queda de cabelo.
                                                                                                              
Todos esses sintomas podem chamar a atenção e levar à verificação da função tiroideia. Também é necessário verificar os seus níveis de anticorpos anti-tiroideios. Um aumento desses anticorpos reflete a existência de uma tiroidite autoimune. Além disso, verifique a dosagem das hormonas T3 e T4 na sua urina, o que às vezes pode ajudar a detetar uma deficiência da tiróide nem sempre visível no sangue.

Tratar esses casos de hipotiroidismo leve com uma combinação de T3 e T4 melhora a vida desses pacientes.


Traduzido e adaptado de Dr. Thierry Hertoghe

https://hertoghemedicalschool.eu/about-us/introduction-to-dr-hertoghe/

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quinta-feira, 7 de junho de 2018

CAUSAS DA DISFUNÇÃO ERÉTIL

As principais causas da Disfunção Erétil são:


  • Drenagem Venosa Anormal;
  • Doença de Peyronie;
  • Arteriosclerose;
  • Desequilíbrio Hormonal;
  • Atrofia dos corpos cavernosos;
  • Diabetes;
  • Medicação;
  • Prostatite;
  • Cirurgia;
  • Priapismo;
  • Hábitos de vida (sedentarismo, alcoolismo e tabagismo)

DRENAGEM VENOSA ANORMAL

As ereções difíceis de manter ou que se perdem rapidamente antes da ejaculação podem resultar de uma drenagem venosa anormal.

Há várias razões passíveis de originar esta situação:

  • A fraca musculatura lisa dos corpos cavernosos pode gerar pressão insuficiente sobre as veias de drenagem do pénis (impedindo-as de fechar) e sobre os pontos em que as veias atravessam a túnica albugínea para regressarem ao organismo exterior. Este fenómeno ocorre devido à falta de expansão dos corpos cavernosos e/ou insuficiente contração da túnica albugínea (a bainha elástica que envolve os corpos cavernosos). Os compartimentos eréteis não são totalmente preenchidos. Neste caso, estamos perante uma disfunção caverno-oclusiva.
  • As falhas na ereção podem resultar de uma ligação anormal entre as artérias e as veias do pénis. Neste caso, a fuga venosa é causada pela drenagem anómala do sangue.
  • Drenagem excessiva devido à existência de veias extra, anormais, posicionadas em sentido contrário e demasiado volumosas. Este fenómeno designa-se de circulação colateral

DOENÇA DE PEYRONIE

Um sintoma frequente da Doença de Peyronie é um pequeno alto que o doente poderá sentir sob a pele do pénis. Este alto não é mais do que uma fibrose no interior dos compartimentos eréteis. Julga-se que começa por se manifestar na túnica albugínea, estendendo-se em seguida aos corpos cavernosos.

À medida que a fibrose progride ao longo das paredes dos compartimentos eréteis, o pénis torna-se incapaz de se manter direito quando em ereção. O tecido cicatricial repuxa então o pénis para o lado em que a fibrose ocorreu, “dobrando-o” na direção da cicatriz. Por vezes, a distorção do pénis é tal que a ereção se torna dolorosa ou a penetração e a relação sexual bem-sucedida se tornam impossíveis. Esta fibrose pode restringir a circulação sanguínea no pénis, tornando flácida a zona da glande.

Esta doença não é rara em homens com idades compreendidas entre os 40 e os 65 anos, mas pode verificar-se em qualquer idade.

A sua causa é desconhecida, mas esta patologia pode associar-se ao consumo excessivo de álcool e tabaco. A Doença de Peyronie produz o máximo de lesões nos primeiros 6 meses a 1 ano, podendo depois tornar-se inativa, deixando a cicatriz.

ARTERIOSCLEROSE

O endurecimento das artérias é uma causa muito comum de disfunção erétil.
Há vários fatores passíveis de originar insuficiência circulatória no pénis em idosos, sendo os principais:


  • Colesterol elevado;
  • Diabetes;
  • Inflamação associada à prostatite;
  • Hipertensão arterial;
  • Tabagismo;
  • Traumatismos.

CONDICIONANTES ENDÓCRINAS

Um equilibrio hormonal ótimo é extremamente favorável à boa energia sexual e ao bom desempenho sexual. Para isso, concorre o equilíbrio da testosterona (hormona sexual masculina), do estradiol (hormona sexual feminina), da hormona de crescimento e da hormona tiroideia, essencial para que estas condições ótimas se verifiquem.

Saliente-se ainda que a presença excessiva de prolactina constitui um importante fator na diminuição do desejo e do desempenho sexual.

CONDICIONANTES ENDÓCRINAS – HIPOGONADISMO

Hipogonadismo é uma doença na qual as gônadas (testículos nos homens e ovários nas mulheres) não produzem quantidades adequadas de hormonas sexuais, como a testosterona nos homens e o estrogénio nas mulheres.

A ausência de puberdade é um sintoma comum do hipogonadismo. Os adolescentes acabam por não desenvolver o pénis, apresentam falta de pêlos e a alterações na voz.

Nos adultos os principais sintomas são: baixa de líbido, dificuldade de ereção, baixa produção de esperma, perda de massa muscular e acúmulo de massa gorda, falta de energia e desânimo.

ATROFIA DOS CORPOS CAVERNOSOS E/OU TÚNICA ALBUGÍNEA

A atrofia dos corpos cavernosos e/ou da túnica albugínea afigura-se, possivelmente, uma das causas mais comuns de disfunção erétil e impotência sexual. Portanto, esta patologia reflete-se no processo de envelhecimento de estruturas essenciais da função erétil, podendo estar associada a numerosas causas endógenas e exógenas.

Entre as causas endógenas desta patologia identificamos o tabagismo, diabetes e as infeções causadoras de prostatite.

Já as causas exógenas podem estar relacionadas a traumatismos do desporto (ciclismo), cirurgia e o stresse.

DIABETES

É importante, antes de mais, entender a forma como a diabetes pode limitar o normal desempenho sexual. O processo físico é simples: começa por se verificar o endurecimento das artérias (arteriosclerose) e dos corpos cavernosos a ritmo acelerado, processo que resulta na restrição do fluxo sanguíneo ao pénis. Os corpos cavernosos perdem flexibilidade.

Então, as lesões nervosas (neuropatias) impedem a normal transmissão de impulsos nervosos para os vasos sanguíneos e para os corpos cavernosos do pénis. Esta condição é uma das formas que a neuropatia diabética assume, estando igualmente na origem da perda de sensibilidade e na manifestação de dor nas pernas quando os referidos nervos estão envolvidos.

MEDICAÇÃO

O uso de alguns fármacos também contribui para o aparecimento da disfunção erétil, entre eles citamos os tratamentos para:

  • Depressão
  • Ansiedade
  • Psiquiátricos
  • Úlceras
  • Diabetes
  • Hipertensão arterial
  • Colesterol

PROSTATITE

A prostatite é uma inflamação/infeção da próstata. De acordo com a duração dos sintomas pode ser classificada como aguda ou crónica (sintomatologia persistente mais de 3 meses).

Sintomatologia funcional: aumento de ereções espontâneas a par de ereções normais, intensificação de ereções normais, enfraquecimento de ereções normais, disfunção eréctil, impotência, ejaculação precoce, ejaculação retardada, não ejaculação, orgasmo menos intenso, orgasmo doloroso, anorgasmia, baixa motivação sexual, alteração do volume ejaculado, infertilidade primária, infertilidade secundária.

As perturbações da função sexual são muitas vezes a única queixa do portador de prostatite.

CIRURGIA

Embora não seja uma regra, a cirurgia de remoção radical da próstata por conta do cancro pode causar a disfunção erétil. Isso ocorre porque a operação pode provocar danos sérios nos nervos e nas artérias próximas da próstata, interferindo assim no funcionamento do pénis.

PRIAPISMO

O priapismo consiste numa ereção permanente e dolorosa que ocorre sem estimulação sexual, podendo manter-se até 6 horas.

Formalmente, tratava-se de um problema circunscrito aos indivíduos que padeciam de formas raras de doenças do sangue, como a anemia de células falciformes.

Ereções com duração de 4 ou mais horas devem ser consideradas emergências médicas! Esses casos exigem a pronta intervenção de um Urologista, prevenindo assim a destruição extensa dos tecidos resultante da falta de fluxo sanguíneo e de oxigénio para o pénis.

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sexta-feira, 1 de junho de 2018

PONTOS CHAVE DE ESTILO DE VIDA E DIETA PARA UMA VIDA SAUDÁVEL

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, existem aproximadamente 1,4 BILIÕES DE PESSOAS (com 20 e mais anos de idade, em todo o mundo) que estão com excesso de peso. Espera-se que até 2030, o número de pessoas com excesso de peso, atinja 3,3 BILIÕES. Este fenómeno é o quinto principal fator de risco de morte em todo o mundo e representa pelo menos 2,8 MILHÕES DE MORTES todos os anos.

Naturalmente, existem muitos RISCOS DE SAÚDE relacionados com o excesso de peso. Por exemplo, o risco de cancro de mama, próstata, cólon ou útero são os maiores.

Quais as medidas que deve adoptar? Como mudar a sua dieta e escolher um boa dieta? Quais são as hormonas que o(a) ajudam a perder peso? O que os médicos recomendam? 

Saiba mais nas linhas que seguem.

PONTOS CHAVE DE ESTILO DE VIDA E DIETA PARA UMA VIDA SAUDÁVEL

Aqui estão algumas RECOMENDAÇÕES para ajuda-lo(a) a controlar seu apetite:

O primeiro elemento importante é o SONO. Falta de sono estimula o ganho de peso, especialmente nos jovens. A FALTA DE SONO tem efeitos diferentes no nosso corpo, como o facto de aumentar o APETITE e, por conseguinte, aumenta o CONSUMO DE ALIMENTOS. Isso leva ao ganho de peso. Por isso, é importante que durma sete a oito horas por noite.



O segundo conselho diz respeito a dois micronutrientes: 5-HTP E CRÓMIO.

Você tende a lanchar quando está sob pressão, ansioso(a), frustrado(a), nervoso(a)? Esta é uma reação comum, porque comer relaxa e acalma ansiedade ou nervosismo ao dobrar ou triplicar os níveis de cortisol. 5-HTP evita esse desejo. Quanto ao crómio, este REDUZ CONSIDERAVELMENTE O DESEJO DE CONSUMO DO AÇÚCAR. De facto, o GTF CHROMIUM (fator de tolerância à glicose) ajuda a otimizar os níveis de açúcar no sangue.

O crómio estimula a ação da insulina, a hormona que leva o açúcar do sangue para as células alvo que precisam de energia.

Finalmente, BEBA ÁGUA! As pessoas muitas vezes sentem fome quando estão simplesmente com sede. Você deve beber 1,5 a 2 LITROS DE ÁGUA POR DIA.
   
QUE DIETA DEVE SEGUIR? SONHA COM UM CORPO FIRME? QUAL É O PAPEL DAS HORMONAS?

Perder peso não é suficiente para ter um corpo magro e muscular. Isto é necessário para OTIMIZAR A TAXA DAS SUAS HORMONAS ANABÓLICAS. O objetivo é eliminar a gordura acumulada e fortalecer os seus músculos. As hormonas anabólicas são muito importantes para a saúde. Elas eliminam o excesso de gordura no peito, barriga e coxas, o que vai fazer com que se olhe e sinta mais jovem. Essas hormonas também tornarão os seus músculos e a sua pele mais firmes e mais espessos. Descubra quais são as hormonas que irão ajudá-lo(a) a ter um corpo saudável!

HORMONA DE CRESCIMENTO

é uma das principais hormonas que pode REDUZIR A GORDURA ABDOMINAL E CELULITE (a segunda é a testosterona). Hormona de crescimento torna a pela firme e espessa, dando-lhe mais elasticidade, reduzindo significativamente o excesso de gordura e peso. HORMONA DE CRESCIMENTO E IGF-1 (fator de crescimento numero 1,semelhante à insulina) trabalham juntos. Um melhor resultado é observado quando o IGF-1 é associado com hormona de crescimento do que quando o paciente segue um tratamento apenas com hormona de crescimento.


Esta complementaridade permite uma MAIOR DIMINUIÇÃO DA MASSA GORDA. Antes de iniciar o tratamento, é importante prestar atenção à sua hormona de crescimento e níveis de insulina. De facto, se tiver deficiência de hormona de crescimento, mas apresentar excesso de insulina, o tratamento terá efeito oposto e aumentará a sua massa gorda.

A TESTOSTERONA

é a segunda principal hormona que participa na diminuição da gordura abdominal e celulite. Esta hormona molda o corpo masculino pelo DESENVOLVIMENTO DA MASSA MUSCULAR, DANDO-LHE UM FÍSICO ATRATIVO. Nas mulheres, OS NÍVEIS DE TESTOSTERONA SÃO VINTE VEZES INFERIORES DO QUE NOS HOMENS. No entanto, essa taxa é suficiente para fazer o seu corpo parecer mais jovem, feminino e firme.

Níveis insuficientes de testosterona farão a mulher parecer menos bonita e, portanto, ser menos atraente.

É muito comum pensar que AS HORMONAS FEMININAS não fazem perder peso. No entanto, é errado pensar assim. Quando administradas de forma sensata, essas hormonas reduzem a gordura. REDUÇÕES DE MASSA GORDA são obtidas principalmente com o uso de APLICAÇÃO TRANSDÉRMICA (APLICAÇÃO NA PELE) DO ESTRADIOL BIOIDÊNTICO e geralmente não pelo uso de estrogénios orais (mesmo que seja estradiol bioidêntico).

Porquê os estrogénios orais não seriam muito eficientes na redução da massa gorda e porquê podem até aumentar a massa gorda? Por causa da sua ACUMULAÇÃO NO FÍGADO APÓS INGESTÃO ORAL e ABSORÇÃO INTESTINAL. Quando o FÍGADO ESTÁ SOBRECARREGADO COM ESTROGÉNIOS, ele produz excesso de proteínas transportadoras de hormonas que são secretadas no sangue e que se ligam fortemente às hormonas, mantendo muito mais hormonas no sangue, e privando assim as células alvo das hormonas essenciais, incluindo hormonas anabólicas.

PROGESTERONA DIMINUI A RETENÇÃO DE FLUIDOS NO PEITO E NA BARRIGA DURANTE O PERÍODO PREMENSTRUAL (antes da menstruação), aumentando a excreção de água na urina. Este EFEITO DIURÉTICO também pode ajudar a perder peso. As mulheres que têm carência de progesterona geralmente têm seios doloridos e inchaço na barriga.

AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES MÉDICAS

A OBESIDADE afeta 15% da população adulta e 40% da população europeia (norte) está com excesso de peso. O grau de excesso de peso é avaliado pelo índice de massa corporal ou simplesmente pela circunferência da cintura. Estes números estão aumentando, mas o mais importante, são as consequências: há um aumento de doenças cardiovasculares, articulares e metabólicas. O COLESTEROL foi, durante muito tempo, acusado de ser o causador
de ganho de peso. HOJE NÓS SABEMOS QUE O PRIMEIRO FATOR QUE ESTÁ POR TRÁS DA SÍNDROME METABÓLICA QUE LEVA À OBESIDADE, É A RESISTÊNCIA À INSULINA E EXCESSO DE AÇÚCAR.

Se apresenta excesso de peso, é melhor testar os seus níveis de GLICOSE E INSULINA, e não se preocupe demais com o colesterol. O excesso de açúcar é armazenado como gordura, mais ainda com a ausência de atividade física. Então, coma gordura e PROTEINA PELA MANHÃ, a fim de evitar a HIPOGLICEMIA durante o dia, e coma pouco à noite, para evitar a produção de gordura durante a noite.


O tratamento de pessoas que apresentam obesidade tem aumentado cada vez mais e não são casos mais fáceis de se tratar.

O primeiro ponto importante é, naturalmente, a DIETA: se o paciente segue adequadamente a DIETA PALEOLÍTICA, já consegue obter uma perda de peso significativa. Se as HORMONAS TIROIDEIAS são prescritas, elas podem também ajudar a perder peso. TESTOSTERONA e HORMONA DE CRESCIMENTO irão melhorar a MASSA MUSCULAR E REDUZIR A GORDURA CORPORAL.

O tratamento com HCG 100 unidades/dia pode permitir uma perda de +- 7Kg. Em casos de resistência à insulina, o que é comum em pessoas obesas; a METFORMINA também permite uma perda de peso interessante.

Traduzido e adaptado de Dr. Thierry Hertoghe

https://hertoghemedicalschool.eu/about-us/introduction-to-dr-hertoghe/

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quarta-feira, 23 de maio de 2018

PRINCÍPIOS FÍSICOS DA LASERTERAPIA

Laser é, antes de mais, uma sigla que, em Inglês, significa Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, ou seja, amplificação da luz por emissão estimulada de radiação.


A diferença entre o laser e uma lâmpada fluorescente, por exemplo, reside no facto de a emissão “forçada” de fotões ser causada pelos próprios fotões, funcionando como que uma “reprodução” de fotões, que resulta na amplificação da luz. Qualquer fotão recém-surgido é uma cópia absoluta do fotão que o produziu. Deste processo resultam as características únicas da radiação laser: coerência, polarização e monocromaticidade.

A coerência: é a propagação na mesma direção de fotões com a mesma frequência.

Monocromaticidade: é a característica da radiação com uma determinada frequência ou comprimento de onda. Mais corretamente, é a característica da radiação com largura do espetro suficientemente pequena para ter uma só cor do espetro de cores.

Polarização: é a simetria na distribuição de orientação do vetor de intensidade do campo elétrico ou magnético na onda eletromagnética relativamente à direção de sua propagação.

A emissão da radiação laser de baixa intensidade cria uma onda eletromagnética, que é a alteração do estado do meio ou do campo que se propaga no espaço com velocidade finita, e é caracterizada pelos seguintes parâmetros.


Frequência: é a grandeza física que indica o número de oscilações num segundo – unidade de medida (Hz).
Comprimento de onda: é a distância em que a onda se propaga durante um período – unidade de medida (nm).
Potência: quantidade de energia emitida por unidade de tempo – unidade de medida (W).

Henrique Pedroso
Fisioterapeuta
henrique.pedroso@clinicadopoder.pt

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

A INFLUÊNCIA DA URETRITE NO DESENVOLVIMENTO DAS DISFUNÇÕES SEXUAIS

A uretrite é uma infeção da uretra, o canal que leva a urina desde a bexiga ao exterior do corpo. Corresponde a inflamação da mucosa interna da uretra. É uma doença normalmente de origem infecciosa, provocada por microrganismos, cujo contágio mais frequente costuma ocorrer por via sexual.

Entre as bactérias que mais costumam causar uretrites são: Nesseria gonorrheae, que pode desenvolver-se também na faringe e no canal do ânus, e Chlamydia trachomatis, que se desenvolve dentro das células. Outras bactérias que comumente provocam infeções no trato urinário também causam uretrite, como a Escherichia coli.
Uretrite também pode ser causada por vírus, especialmente em decorrência de alguma doença sexualmente transmissível. Gonorreia e clamídia estão entre as principais doenças venéreas capazes de provocar a inflamação. Além deles, os vírus causadores de HPV e herpes simples também parecem estar envolvidos nas possíveis causas da uretrite. 

Mas esta patologia também pode ser causada por fatores químicos, como por exemplo, o uso de espermicídas, e por motivos traumáticos, como uma cirurgia ou presença de um corpo estranho na uretra.

As infeções do trato urinário representam um problema de saúde grave, em parte devido à sua ocorrência frequente. As evidências clínicas e experimentais sustentam que a subida de microrganismos pela uretra é a via mais comum que conduz a infeções do trato urinário.
Nos homens a infeção pode depois de passar pela uretra se instalar na próstata, o que acontece em grande parte dos casos.

Já nas mulheres, devido a sua anatomia onde o canal da uretra é mais curto, os microrganismos geralmente deslocam-se para a uretra desde o canal vaginal. Na maior parte dos casos, as bactérias chegam do intestino grosso e alcançam a vagina a partir do ânus.

Os homens são muito menos propensos a desenvolver uretrites. Os microrganismos transmitidos por via sexual, decorrem principalmente da exposição sexual desprotegida. E na maioria dos casos estão associadas a Prostatite (inflamação da próstata), o que pode trazer sintomas diversos relacionados as disfunções sexuais. Entre os sintomas mais comuns estão a disfunção erétil e os distúrbios na ejaculação, podendo ser precoce, retardada ou não haver realmente ejaculação (anorgasmia).

Os sintomas mais comuns de Uretrite são:

Homens

  • Sangue na urina e/ou no sémen;
  • Febre e calafrios;
  • Secreção no pénis;
  • Ardor ao urinar;
  • Micção frequente e urgente;
  • Dor durante a relação sexual ou ao ejacular.
Mulheres

  • Dor abdominal;
  • Febre e calafrios;
  • Micção frequente e urgente;
  • Dor pélvica;
  • Secreção vaginal; 

Uma pessoa que for exposta a muitos parceiros ou tem um histórico de doenças sexualmente transmissíveis está sob maior risco de contrair uretrites.

O tratamento da Uretrite é realizado através de terapia farmacológica associada à terapia laser de baixa intensidade. Sendo o médico especialista a avaliar cada caso e por consequência definir um protocolo individualizado para o tratamento.


Após a 5.ª ou 6.ª sessões registam-se melhorias significativas no estado geral dos pacientes, diminuição das dores e dos outros possíveis sintomas e redução do processo inflamatório na sequência do aumento da irrigação sanguínea local.

Henrique Pedroso
Fisioterapeuta
henrique.pedroso@clinicadopoder.pt

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Referências técnicas e científicas:

https://www.clinicadopoder.pt/pt/especialidades/urologia/uretrite

http://www.apurologia.pt/guidelines/Infeccoes-Urinarias.pdf

https://www.msdmanuals.com/pt-pt/casa/distúrbios-renais-e-urinários/infecções-do-trato-urinário-itu/uretrite

COSTA, Luís; PRÍNCIPE, Paulo. Infecção do tracto urinário. Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, [S.l.], v. 21, n. 2, p. 219-25, mar. 2005. Disponível em:  http://rpmgf.pt/ojs/index.php/rpmgf/article/view/10126

HEILBERG, Ita; SCHOR, Nestor. Abordagem diagnóstica e terapêutica na infecção do trato urinário – ITU. Rev Assoc Med Bras 2003; 49(1): 109-16. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/%0D/ramb/v49n1/15390.pdf

terça-feira, 10 de abril de 2018

DOR CRÓNICA GERAL E TRATAMENTO DA DOR


O QUE É A DOR?

Uma experiência desagradável, uma sensação forte de natureza física ou  emocional. Na realidade pode-se dizer que é um mecanismo de sobrevivência e proteção, através do qual o organismo alerta para uma anomalia existente numa ou mais zonas do corpo.

Responsável por 80% das visitas ao médico e de múltiplas origens como  traumatismos, infeções,  neuropatias e inflamações.


Existe a dor crónica não oncológica (DCNO) que é aquela que resulta de qualquer patologia não neoplásica e que se mantém de forma contínua por pelo menos 3 meses. Outro indicador é o facto de a DCNO persistir para além da cura aparente da lesão que o originou.

TRATAR A DOR DE FORMA NÃO INVASIVA E SEM MEDICAMENTOS

O tratamento com LASER médico, ou LLLT (= Low Level Laser Therapy), pode exercer um papel determinante na redução da dor crónica e da inflamação, bem como na dor associada à:


Agora pode ter uma vida ativa e preenchida com tratamentos de apenas 20 minutos diários por alguns dias. Já não precisa de viver com dor permanente!

COMO PODE O LASER MÉDICO REDUZIR A DOR?

Laser médico estimula as células do corpo a libertar Óxido Nítrico na circulação sanguínea e nos tecidos próximos. Isso permite relaxar as células que se encontram nas artérias, veias capilares e vasos linfáticos. Com os músculos relaxados e os vasos sanguíneos, ocorre um aumento significativo da circulação do sangue. Desta forma, o organismo pode mais facilmente tratar a zona afetada, substituindo de forma mais rápida as células danificadas através do aumento da síntese/produção de RNA e de DNA.


Por outro lado, o recurso ao LLLT (= Low Level Laser Therapy) estimula a libertação de Adenosina TriPhosfato (ATP), que transporta energia para as células e auxilia na produção de endorfinas, que, por sua vez, facilitam o alívio da dor a longo prazo.

O laser médico é uma combinação de ondas eletromagnéticas de luz não visível  (infravermelha) e visível (vermelha e azul). A luz infravermelha tem um comprimento de onda mais longo, sendo capaz de penetrar mais profundamente nos tecidos moles. Por consequência, a luz infravermelha atua nos músculos mais profundos, ossos e articulações. 
              
A combinação de ambos os tipos de luz evidenciou o alívio da dor e o aceleramento da cura através dos seguintes processos:

  • Aumento da circulação sanguínea;
  • Alívio da dor;
  • Desencadeamento da produção de endorfinas, o que facilita o alívio da dor a longo prazo;
  • Alivia o inchaço, através do aumento da atividade do sistema linfático;
  • Estimula a libertação de Adenosina TriPhosfato (ATP), que transporta energia para as células;
  • Substitui células danificadas com maior rapidez através do aumento da síntese de RNA e DNA.
Consulte para mais informações Clínica do Poder.



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